
Relatos de minhas experiências profissionais e de meus amigos professores. Dicas e projetos que deram e estão dando certo!!!
domingo, 1 de abril de 2012
domingo, 27 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
COMEMORAÇÕES
domingo, 9 de janeiro de 2011
A experiência do estudo em campo
Relatório: Atividade Extraclasse
Tema: Os elementos do Mundo como Conteúdos do Aprender e do Ensinar
O local de estudo escolhido foi o Bairro da Glória, localizado na cidade de Manaus. É um bairro de classe média baixa e baixa da Zona Oeste.
É um dos bairros mais antigos da cidade, tendo suas origens ainda no Século 19.e se deu origem devido a um matadouro onde hoje se localiza a FUNASA.
Os bairros mais próximos do Bairro da Glória são: São Raimundo, Santo Antônio, Aparecida, Centro e São Jorge.
Sua população é de 3.921 habitantes (estimativa)
O bairro oferece hoje uma linha (103) de ônibus municipal. É servido pela empresa de ônibus TransManaus.
O que podemos aprender com o Bairro da Glória? Infinitas serão as respostas, diante de grandes diversidades que encontramos no Bairro.
É inegável que se tratando do processo ensino aprendizagem e se considerarmos os elementos do mundo como conteúdo, o Bairro da Glória é uma escola onde pudemos evidenciar e vivenciar tudo isso, pois aprendemos com tudo e com todos, aprendemos com o que nos cercou durante 3 dia, onde não existiu detentores dos saberes, e sim uma legião de doutores e mestres e professores da vida que nos possibilitaram ver e conviver com o verdadeiro aprender, com todas as diferenças que nos tornaram singulares na nossa pluralidade cultural.
Desta forma as experiências da vida nos orientaram as nossas práticas pedagógicas através da comunicação e do cotidiano de todos.
Reavaliamos nossos conceitos dentro da realidade e buscamos as melhores formas de conduzir nossa pesquisa. Para que houvesse satisfação, nos propiciado o enriquecimento e a renovação das possibilidades de atuação pedagógicas futuras.
As experiências de vida como conteúdos de transposição didática e de ressignificação do currículo escolar.
Infelizmente nossas praticas pedagógicas não nos apontam para uma valorização dos nossos currículos, pois pouco damos valor as nossas experiências com isso desperdiçamos as possibilidades de fazermos a transposição e a busca da tão sonhada ressignificação de nossos currículos.
Só quando verdadeiramente entendermos que é preciso ter como ponto de partida as nossas experiências, seja ela escolar ou extra escolar.
Aprender Como funcionava o cotidiano do Bairro da Glória foi uma experiência inesquecível. Tivemos um contato direto com as pessoas e com o que o bairro tem de melhor e pior.
É um bairro como todos os outros, com sua economia, política, educação, cultura, esporte e lazer.
Com certeza aprendemos bastante com o povo acolhedor e gentil, que nos mostrou as suas muitas igrejas, escolas, lanches, quadras, comércio informal e tantas outras coisas e lugares.
Não precisam deslocassem de seu bairro para conseguirem algo, pois lá se encontra de tudo: do mais simples comércio a um sofisticado hotelzinho.
Um dos elementos básicos de discussão da ação docente refere-se ao ensinar e o aprender. Essas ações são muitas vezes consideradas e executadas como ações disjuntas, isso decorre da idéia de que ensinar é apresentar ou explicar o conteúdo numa exposição, o que a grande maioria dos docentes procura fazer com a máxima habilidade de que dispõe.
Nessa visão de ensino, a aula é o espaço onde o professor fala, diz, explica o conteúdo, cabendo ao aluno anotá-lo para depois memorizá-lo.
Os instrumentos só serão significativos quando forem produzidos dentro e fora das escolas, não só usando os produzidos pelo sistema escolar e pelo contexto social econômico estabelecendo relação de poder, mas construindo também seu material didático, onde o currículo oculto é materializado: contextualizando, descontextualizando e recontextualizando no processo de construção, tendo-se diferentes raízes étnicas e os diferentes pontos de vista envolvidos em sua produção.
Relacionamos as coisas do bairro da Glória buscando valorizar as experiências que são oferecidas pelo próprio bairro, sociedade que protagonista de uma evolução tecnológica que propiciou uma rica e justa possibilidade de conhecimentos.
Através também de estímulos a reescrever conhecimentos, saberes, mitos, costumes, lendas, contos.
Inúmeras histórias infantis, por exemplo, a estória da cigarra e da formiga pode ser contada e depois trazida para os dias de hoje. Tendo-se em mente a forma como se concebem e se organizam trabalho e lazer na sociedade hoje.
Tema: Os elementos do Mundo como Conteúdos do Aprender e do Ensinar
O local de estudo escolhido foi o Bairro da Glória, localizado na cidade de Manaus. É um bairro de classe média baixa e baixa da Zona Oeste.
É um dos bairros mais antigos da cidade, tendo suas origens ainda no Século 19.e se deu origem devido a um matadouro onde hoje se localiza a FUNASA.
Os bairros mais próximos do Bairro da Glória são: São Raimundo, Santo Antônio, Aparecida, Centro e São Jorge.
Sua população é de 3.921 habitantes (estimativa)
O bairro oferece hoje uma linha (103) de ônibus municipal. É servido pela empresa de ônibus TransManaus.
O que podemos aprender com o Bairro da Glória? Infinitas serão as respostas, diante de grandes diversidades que encontramos no Bairro.
É inegável que se tratando do processo ensino aprendizagem e se considerarmos os elementos do mundo como conteúdo, o Bairro da Glória é uma escola onde pudemos evidenciar e vivenciar tudo isso, pois aprendemos com tudo e com todos, aprendemos com o que nos cercou durante 3 dia, onde não existiu detentores dos saberes, e sim uma legião de doutores e mestres e professores da vida que nos possibilitaram ver e conviver com o verdadeiro aprender, com todas as diferenças que nos tornaram singulares na nossa pluralidade cultural.
Desta forma as experiências da vida nos orientaram as nossas práticas pedagógicas através da comunicação e do cotidiano de todos.
Reavaliamos nossos conceitos dentro da realidade e buscamos as melhores formas de conduzir nossa pesquisa. Para que houvesse satisfação, nos propiciado o enriquecimento e a renovação das possibilidades de atuação pedagógicas futuras.
As experiências de vida como conteúdos de transposição didática e de ressignificação do currículo escolar.
Infelizmente nossas praticas pedagógicas não nos apontam para uma valorização dos nossos currículos, pois pouco damos valor as nossas experiências com isso desperdiçamos as possibilidades de fazermos a transposição e a busca da tão sonhada ressignificação de nossos currículos.
Só quando verdadeiramente entendermos que é preciso ter como ponto de partida as nossas experiências, seja ela escolar ou extra escolar.
Aprender Como funcionava o cotidiano do Bairro da Glória foi uma experiência inesquecível. Tivemos um contato direto com as pessoas e com o que o bairro tem de melhor e pior.
É um bairro como todos os outros, com sua economia, política, educação, cultura, esporte e lazer.
Com certeza aprendemos bastante com o povo acolhedor e gentil, que nos mostrou as suas muitas igrejas, escolas, lanches, quadras, comércio informal e tantas outras coisas e lugares.
Não precisam deslocassem de seu bairro para conseguirem algo, pois lá se encontra de tudo: do mais simples comércio a um sofisticado hotelzinho.
Um dos elementos básicos de discussão da ação docente refere-se ao ensinar e o aprender. Essas ações são muitas vezes consideradas e executadas como ações disjuntas, isso decorre da idéia de que ensinar é apresentar ou explicar o conteúdo numa exposição, o que a grande maioria dos docentes procura fazer com a máxima habilidade de que dispõe.
Nessa visão de ensino, a aula é o espaço onde o professor fala, diz, explica o conteúdo, cabendo ao aluno anotá-lo para depois memorizá-lo.
Os instrumentos só serão significativos quando forem produzidos dentro e fora das escolas, não só usando os produzidos pelo sistema escolar e pelo contexto social econômico estabelecendo relação de poder, mas construindo também seu material didático, onde o currículo oculto é materializado: contextualizando, descontextualizando e recontextualizando no processo de construção, tendo-se diferentes raízes étnicas e os diferentes pontos de vista envolvidos em sua produção.
Relacionamos as coisas do bairro da Glória buscando valorizar as experiências que são oferecidas pelo próprio bairro, sociedade que protagonista de uma evolução tecnológica que propiciou uma rica e justa possibilidade de conhecimentos.
Através também de estímulos a reescrever conhecimentos, saberes, mitos, costumes, lendas, contos.
Inúmeras histórias infantis, por exemplo, a estória da cigarra e da formiga pode ser contada e depois trazida para os dias de hoje. Tendo-se em mente a forma como se concebem e se organizam trabalho e lazer na sociedade hoje.
sábado, 8 de janeiro de 2011
AMIGOS
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
RESUMO -TEMPOS MODERNOS CHARLES CHAPLIN
O filme de Charles Chaplin faz uma série de críticas referentes ao tratamento à classe trabalhadora e aos burgueses.
Cargas horárias extensas, compromisso de estarem produzindo mais e mais, além das condições subumanas em que se encontravam.
A luta por melhores salários, que eram baixos, por melhores condições de trabalho, pois os recintos eram imundos, as máquinas de manuseio perigosas entre outros; por uma carga horária menor, sempre foram uma constante, desde os tempos da Revolução Industrial.
Mas a crítica de Chaplin no filme é com relação a essa exploração, que, nas idéias socialistas, se traduziria, por exemplo, num caso em que um operário trabalha muito para fabricar um automóvel ou eletrodoméstico, mas com o dinheiro que ele, com o suor do seu rosto, ganha no mês, nem poderá comprar o mesmo. Assim, vê-se que a crítica ao modo capitalista nesse fato se justifica. O mesmo ocorre hoje, sem grandes diferenças.
Podemos perceber o quanto se buscava de inovações para que os trabalhadores produzissem sem perda de tempo.
No filme de Chaplin essa crítica de materializa com o aparecimento de uma engenhoca usada pelos operários para suas refeições.
Com aquela espécie de inovação, que mais deu problemas do que soluções, pode-se perceber a preocupação dos senhores proprietários dessas empresas e fábricas em diminuir o tempo do almoço e utilizar o tempo economizado para que os trabalhadores imediatamente voltassem ao trabalho, com a responsabilidade de aumentarem a produtividade.
Naquele período, tinha-se a preocupação, por parte dos proprietários, de sempre buscarem inovações. Seria, nesse momento, uma gota d’água para que o homem fosse substituído por máquinas. Máquinas essas que teriam que ser controladas por uma mão-de-obra específica, mais qualificada, fazendo com que muitos trabalhadores, que antes usavam a força e velocidade dos movimentos das mãos, fossem dispensados.
Em tempos atuais, essa mudança está quase que promovendo uma revolução, em que, quem não for qualificado o suficiente para trabalhar em um computador, ficará de fora do mercado de trabalho, uma vez que sem esse requisito, que se equipara ao fato de saber ler e escrever, tais indivíduos seriam considerados analfabetos, estariam excluídos das possibilidades de trabalho que hoje se manifestam.
Os senhores burgueses representavam uma categoria privilegiada que necessitava de uma mão-de-obra disciplinada que produzisse mais e mais. Não pensavam eles que produzir demais levaria a uma crise de superprodução “A Grande Depressão”, onde ninguém iria querer, nem de graça, seus produtos e serviços, uma vez que toda a sociedade estava saturada.
A crise de 29 balançou as estruturas do mercado internacional, uma vez que afetou o país que, com o término da I Guerra Mundial, tendeu a produzir mais e mais, afinal todos precisavam: os EUA. Muitos países necessitavam aplicar curativos e esparadrapos nas feridas que neles ficaram com a guerra e aí surge a figura dos norte-americanos, que aproveitaram que esses países visavam a recuperação e investiram.
Passaram a produzir excessivamente, se utilizando dessa força de trabalho, em que os lucros e os louros da vitória mais ficaram com esses aristocratas do que com os trabalhadores. Mas pagaram muito caro por isso: fábricas e empresas fecharam as portas, decretaram falências e não podiam mais conduzir negócios. A bolsa de New York esteve em estado de coma, culminando em quedas e crises em vários países, entre eles o Brasil.
Enfim, um filme que critica os modos de produção capitalistas, a ambição dos burgueses e, principalmente, as condições de trabalho em que se encontravam esses trabalhadores. Esses problemas passados ainda, em parte, se manifestam: no Brasil ainda se tem o trabalho escravo escondido por aí, ainda têm empresas em que os superiores usam e abusam do lucro retirado em detrimento dos funcionários e ainda convivemos com a triste realidade dos baixos salários.
Cargas horárias extensas, compromisso de estarem produzindo mais e mais, além das condições subumanas em que se encontravam.
A luta por melhores salários, que eram baixos, por melhores condições de trabalho, pois os recintos eram imundos, as máquinas de manuseio perigosas entre outros; por uma carga horária menor, sempre foram uma constante, desde os tempos da Revolução Industrial.
Mas a crítica de Chaplin no filme é com relação a essa exploração, que, nas idéias socialistas, se traduziria, por exemplo, num caso em que um operário trabalha muito para fabricar um automóvel ou eletrodoméstico, mas com o dinheiro que ele, com o suor do seu rosto, ganha no mês, nem poderá comprar o mesmo. Assim, vê-se que a crítica ao modo capitalista nesse fato se justifica. O mesmo ocorre hoje, sem grandes diferenças.
Podemos perceber o quanto se buscava de inovações para que os trabalhadores produzissem sem perda de tempo.
No filme de Chaplin essa crítica de materializa com o aparecimento de uma engenhoca usada pelos operários para suas refeições.
Com aquela espécie de inovação, que mais deu problemas do que soluções, pode-se perceber a preocupação dos senhores proprietários dessas empresas e fábricas em diminuir o tempo do almoço e utilizar o tempo economizado para que os trabalhadores imediatamente voltassem ao trabalho, com a responsabilidade de aumentarem a produtividade.
Naquele período, tinha-se a preocupação, por parte dos proprietários, de sempre buscarem inovações. Seria, nesse momento, uma gota d’água para que o homem fosse substituído por máquinas. Máquinas essas que teriam que ser controladas por uma mão-de-obra específica, mais qualificada, fazendo com que muitos trabalhadores, que antes usavam a força e velocidade dos movimentos das mãos, fossem dispensados.
Em tempos atuais, essa mudança está quase que promovendo uma revolução, em que, quem não for qualificado o suficiente para trabalhar em um computador, ficará de fora do mercado de trabalho, uma vez que sem esse requisito, que se equipara ao fato de saber ler e escrever, tais indivíduos seriam considerados analfabetos, estariam excluídos das possibilidades de trabalho que hoje se manifestam.
Os senhores burgueses representavam uma categoria privilegiada que necessitava de uma mão-de-obra disciplinada que produzisse mais e mais. Não pensavam eles que produzir demais levaria a uma crise de superprodução “A Grande Depressão”, onde ninguém iria querer, nem de graça, seus produtos e serviços, uma vez que toda a sociedade estava saturada.
A crise de 29 balançou as estruturas do mercado internacional, uma vez que afetou o país que, com o término da I Guerra Mundial, tendeu a produzir mais e mais, afinal todos precisavam: os EUA. Muitos países necessitavam aplicar curativos e esparadrapos nas feridas que neles ficaram com a guerra e aí surge a figura dos norte-americanos, que aproveitaram que esses países visavam a recuperação e investiram.
Passaram a produzir excessivamente, se utilizando dessa força de trabalho, em que os lucros e os louros da vitória mais ficaram com esses aristocratas do que com os trabalhadores. Mas pagaram muito caro por isso: fábricas e empresas fecharam as portas, decretaram falências e não podiam mais conduzir negócios. A bolsa de New York esteve em estado de coma, culminando em quedas e crises em vários países, entre eles o Brasil.
Enfim, um filme que critica os modos de produção capitalistas, a ambição dos burgueses e, principalmente, as condições de trabalho em que se encontravam esses trabalhadores. Esses problemas passados ainda, em parte, se manifestam: no Brasil ainda se tem o trabalho escravo escondido por aí, ainda têm empresas em que os superiores usam e abusam do lucro retirado em detrimento dos funcionários e ainda convivemos com a triste realidade dos baixos salários.
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